terça-feira, 31 de março de 2009



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ft: Zeca

16 comentários:

Graça Pires disse...

A lonjura da voz de Cesária. A presença, tão perto, da tua voz clara. O meu espanto por esta escrita que silenciosamente se detece...
Um beijo enorme, Maré.

Graça Pires disse...

Corrijo: silenciosamente se destece. As teclas fogem-nos...
Beijos.

Maria disse...

Quando a beleza é tanta
assim
não tenho palavras.
Saio silenciosamente.

Um abraço

Mar Arável disse...

Silenciosamente

no laço

de uma morna

Que lindo

Vieira Calado disse...

Como uma morna da Cesária!
Por alguma razão ela é citada no poema.

Beijinhosss

susaninha disse...

...o olhar dormente
...a lonjura da tua voz.

Lindo, o post, adoro a musica.

Que um anjo te ilumine´
Biejinho

Cotovia disse...

...um poema sereno de uma alma tão doce.

Gostei muito.

gabriela rocha martins disse...

serena
mente
se
tece
e
des
tece
o poema
e
o canto


.
um beijo

mAg!C disse...

E prendado estamos com um belo poema.

Agradáveis palavras.

Um bem haja...

«mAg!C»

clanDestino. disse...

Cesária é uma boa escolha
para se começar algo:
pensar...escrever...amar, tanto faz; Será bom.

D.

Luis Eme disse...

continua a cantar, sempre com as tuas palavras...

bjs Maré

Arabica disse...

"engravido o poema de metáforas
e voto ao canto inicial"



Mais uma mare cheia. grávida de ti.


Um beijo

mateo disse...

... e terna mente morna

te entrelaças no poema!

Bj.

Manual do Inseguro.com disse...

Adorei as imagens mentais a que nos conduzem esse poema, grávido das mais encantadoras metáforas.

oadestradordesentimentos.blogs.sapo.pt

ausenda disse...

Para
mim...
é como
se cantasses...!

Só posso dizer quanto a beleza das palavras me emociona!

Um beijo

gabriela rocha martins disse...

gosto
razão
porque
regresso

a
este
teu
parir
o
poema


.
um beijo