terça-feira, 7 de abril de 2009


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. . . e os amores que nunca foram?!
ft : oana cambrea

12 comentários:

Graça Pires disse...

Palavras que são um grito de águas súbitas num coração sem margens...
Um enorme beijo, Maré.

Maria disse...

Talvez assim se possa esculpir o amor...

Um abraço

Vieira Calado disse...

Tem coisas muito interessantes, este poema!

Várias!

Boa Páscoa para si.

Bjs

Cotovia disse...

...há muita sensibilidade nestas palavras. És especial.


Boa Páscoa

O Profeta disse...

As madrugadas na Ilha
São feitas de morna calmaria
A brisa dança no silêncio
Os pássaros dormem em harmonia

Uma valsa de bonança
O rodopio das águas de um ribeiro
As hortênsias pintam a terra de azul
Um sino solta o seu tocar primeiro



Boa Páscoa


Mágico beijo

Luis Eme disse...

poema tão bonito, que não precisava de acabar com tanto realismo...

bjs Maré

mateo disse...

Mesmo que a tua escultura (de palavras) se reacenda em fantasmas... vale a pena voltar ao barro.. e reescrever!
Na vida há tantos fantasmas...
Bjs

lupussignatus disse...

os longos

a.braços

da

memória

Arabica disse...

Raízes nómadas
esculpidas de memória,
à face dos dedos.

Como sempre, Maré, lindissimo.


Um beijo

gabriela rocha martins disse...

corpo
poema
esculpido(s)
em
marés
de
espanto

( como sempre belo )


.
um beijo

susaninha disse...

Sem palavras...

Deixo-te apenas um beijinho

Que um anjo te ilumine

gabriela rocha martins disse...

não
resisti
a
re
ler
.
te

escultora de afectos.
um beijo