quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

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Desenho : autor desconhecido

10 comentários:

Luis Eme disse...

lindo...

tantas fragilidades, quando só é preciso medir de novo o céu...

bjs Maré

Arabica disse...

De uma sensibilidade
que até de asas nos vestimos
para o ler-mos...

medir o céu na distância que fica...

Graça Pires disse...

Com qualquer calendário medes o céu com palavras íntimas e contidas na emoção dos teus sentires.
Mais um belo poema, Maré.
Um grande bejo.

D. disse...

Você não quer saber?
Eu quero. Vote

D.

fred disse...

Belo poema.

gabriela rocha martins disse...

de novo
um poema de uma sensibilidade extrema

lindo


.
um beijo

Joanna disse...

"talvez se me dizeres onde pousar a ternura"..quanta é a ternura que escrevem estas palavras..
há dias assim..

Beijinho

Lugar do Olhar disse...

Lindo de verdade!

pousa a ternura no ar...
para que nós,
a possamos respirar...!

Beijo

Mar Arável disse...

Muito belo

o cristal

mateo disse...

O homem sobreviveu ao frio e às chuvas. Rondou o pombal. Esperou pelo sol e pelo azul.
E os pombos arrulharam no beiral.
Bjs