sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Foto: Kay Holtmann

7 comentários:

Luis Eme disse...

quantas vezes...

fico sem palavras perante outras palavras, belas e decifráveis...

bjs Maré

Graça Pires disse...

"solta-se um inverno precoce
sobre a boca dos poetas
a claríssima revolta no fragmento do verbo"
Belíssimo! É na tua boca de poeta que a beleza das palavras se detém.
Um beijo.

mateo disse...

E se o "pronome severo" fosse tu/ele?
Para quê mais palavras se frágeis... invisíveis... para um corpo que vive uma noite dorida?
Beijos.

lupussignatus disse...

sílabas

que nos

pronunciam


[e unificam]


na precariedade
da noite

Lugar do Olhar disse...

Lindo o teu poema!

exilio
das palavras
acoitadas
amuralhadas...
na boca
de uma longa noite...!

beijo

Mar Arável disse...

Cálices amotinados

a verterem a água da chuva

e nos transportam

mar adentro

O Profeta disse...

Sabia apenas que era um pequenino naquela longa noite
No celeste um luminoso sorriso me chamava
Lançou-me aos olhos raios de deslumbrante luz
Era a minha prenda, uma brilhante…Estrela Alva…



Um Mágico Natal para ti querida amiga que ao longo deste ano me visitaste. Que a Estrela Alva te ilumine neste Natal.






Mágico beijo