sexta-feira, 14 de novembro de 2008



… onde quer que estejas.
Tela: Maternidade de Almada Negreiros

11 comentários:

Luis Eme disse...

e é mesmo tarde, mãe...

é sexta e estou cansado.

longe vão os tempos em que acabava as sextas cheio de energia e vontade de pular...

(as mães são quase tudo, Maré...)

bjs

D. disse...

Belissímo.


D.

Marco Rebelo disse...

boa imagem :)

Graça Pires disse...

Excelente poema Maré!
Sentada neste Outono, procurando o regaço redentor da mãe para descansar todas as fadigas do olhar... Comovente...
Um beijo.

gabriela rocha martins disse...

leio.TE

em absoluto silêncio
e remeto.me à melancolia
dos TEUs versos

POESIA



.
um beijo

Mar Arável disse...

Muito profundo

Mas nunca é tarde

Vieira Calado disse...

O seu poema é muitíssimo bom.
E é duma grande ternura.
Gostei bastante.

Cumprimentos

mateo disse...

É... a mãe!
Está cá dentro, não está?
Tanta meiguice!
Beijo

lupussignatus disse...

palavras

que

fazem

mover

moinhos



[da memória]

http://cinzasdecarvalho.zip.net disse...

Sequer sei o seu nome. Não a conheço. Mas esse seu poema tirou-me lágrimas emocionadas. Gostei da sua poesia. De tudo o que li. E penso que poeta é aquele que, mesmo sem conhecermos dele os olhos, percebemos dele, ao lê-lo, o seu coração. O seu, veio-me grandioso, belo e sensível. Grande abraço. Bárbara Carvalho.

LEIA SILAS Literatura Contemporânea disse...

Lindo tudo aqui
Bravo!
Silas
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